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Como Aproveitar Melhor Uma Consulta Médica

09/03/2016

Quando passamos por algum problema de saúde isso nem sempre significa que vamos cuidar dele com o empenho que ele merece. Muitas vezes achamos trabalhoso procurar um médico, agendar um horário e encaixar esse evento na agenda corrida do nosso dia a dia, preferindo ficar na esperança que o problema desapareça por si só.

Esse tipo de comportamento é comum, porém deve ser repensado a que ponto deixamos nossa saúde em segundo, terceiro ou quarto plano. E até mesmo mudar o hábito de buscar um médico apenas em casos extremos, para uma atitude preventiva.

Independentemente do que nos leva a um especialista, o primeiro passo é pesquisar sobre ele. Verifique quem é o profissional, quais suas especializações, como conduz os tratamentos e sua disponibilidade de atendimento.

Antes da consulta devemos nos preparar também para ela. Comece a anotar tudo aquilo que julga pertinente ao assunto: os sintomas, a frequência, quando iniciou, em que circunstâncias, que impacto exerce sobre sua vida (o que te impede de fazer ou em que momento alivia), que medicamentos fez uso e caso tenha exames, separe-os para levar no dia.

Durante a consulta, a maioria dos médicos inicia perguntando o motivo da procura. Neste momento é importante falar de forma clara e objetiva e, aos poucos, conforme os questionamentos, apresentar tudo aquilo que foi previamente anotado. Não podemos sentir vergonha de levar essas anotações ou de questionar o médico sobre algum ponto que não tenha ficado esclarecido ou até de algum termo técnico que o especialista tenha usado que não seja do nosso entendimento.

Um problema comum da consulta é a seleção que fazemos do que queremos ouvir, muitas vezes por medo, resistência ou angústia, dependendo do impacto que a doença pode ter na vida do paciente. Se for o caso, a ida com um acompanhante aumenta a chance de se expor ou de compreender o que for dito pelo médico e de aceitar os caminhos para o tratamento. O posicionamento não pode ser passivo, onde só um fala e o outro escuta, deve haver uma interação entre médico e paciente.

Sobre a questão dos medicamentos prescritos é necessária atenção em como devem ser tomados, os horários, os efeitos colaterais e as principais indicações deles. E se não entender a letra do médico, avise-o, pois é importante sair do consultório sabendo o que está escrito no receituário. Isso serve também para os exames que possam ser solicitados. Sabendo do que se trata e da importância deles, a chance de serem realizados pelo paciente aumenta.

O paciente após sair da consulta sente-se mais seguro e determinado a resolver o problema e se interessa em pesquisar sobre o assunto seja com amigos, parentes, outros profissionais da área da saúde, sites, revistas, etc. Nesse momento, é importante buscar referências realmente competentes no assunto e fontes confiáveis como centros de pesquisa, hospitais ou literatura publicada por médicos para que não traga desencontros de informações e maiores preocupações sobre o problema diagnosticado. Ainda que haja familiares e/ou conhecidos que apresentem o mesmo diagnóstico, isso não é suficiente para seguir as dicas ou trocar tratamentos prescritos pelo seu médico pelo de outra pessoa. Isso pode prejudicar o processo de recuperação ou até mesmo provocar outras complicações à saúde. Não há ninguém mais indicado que seu médico ou profissional especializado para dar conduta a um problema de saúde.

A adesão ao tratamento e a cumplicidade com o médico aumentam as chances de sucesso de recuperação.

Fontes: www.revistavivasaude.uol.com.br e www.einstein.br



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