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Crise Econômica e Comemorações de Final de Ano

16/12/2015

O ano de 2015 não se mostra muito animador em seu final, a exemplo do que ocorreu ao longo dele. É observável cautela e certa falta de ânimo na programação para as comemorações e preparativos das festas de fim de ano. Como prática habitual deste ano, o brasileiro teve que manter-se atento para não gastar mais do que pode.

Movidos pela incerteza da atual situação econômica do país muitas pessoas tem mantido controle sobre seus gastos. Vontades e ambições que exigem maior investimento e planejamento antecipado deram lugar ao adiamento ou desistência deles.

Atualmente, diante das perspectivas nada animadoras, o medo do brasileiro é passar dificuldades financeiras que o forcem a restringir ainda mais hábitos que ao longo dos últimos anos conquistou: moradia própria, aquisição de bens de consumo, melhora da qualidade de vida. O aumento dos preços, dos juros e a dificuldade em manter o mesmo padrão de vida levam ao medo da pobreza já que o desemprego aumentou, bem como há outros que ainda trabalham e sofrem com o não recebimento de seus salários. Desta forma, o futuro passou a ser muito incerto mesmo para as coisas que até então faziam parte do cotidiano e não exclusivamente em datas especiais ou projetos de longo prazo.

Aqueles que, por sorte, não perderam seu emprego ou por serem profissionais liberais ou donos do próprio negócio, sofrem também os efeitos da crise e de forma distinta, porém não menos prejudicial. Ou seja, compram menos, investem menos e contratam menos o que, de forma direta, agrava a crise. Diante dela, todos ajustaram as contas adaptando-se a uma nova realidade de consumo e planos.

No meio familiar ou nas empresas, as pessoas demonstram menor interesse nas confraternizações ou ao menos uma expressão de empolgação mais comedida, seja na organização das festas ou no gasto com presentes, desde a troca entre familiares ou o conhecido amigo secreto. As ceias sugerem comemoração compartilhada de gastos e as férias serão desfrutadas sem viagens, contrariando a expectativa de consumo tão tradicional para a época.

Apesar da possível contrariedade que este cenário nacional provoca nas comemorações e nas compras, há algo útil aprendido com ele: a capacidade de adaptar-se ao novo, aprender lidar com frustrações, a adiar planos e descobrir outras formas de, junto da família e dos amigos, conseguir confraternizar e comemorar a vida e a espera de um novo ano mais otimista e animador nos projetos e conquistas. Afinal, não devemos abrir mão de sonhar e correr atrás daquilo que é necessário para realizar estes sonhos, seja a curto, médio ou longo prazo.




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