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Como Tratar o Mieloma Múltiplo

25/11/2015

Se você foi diagnosticado com Mieloma Múltiplo, antes de mais nada, saiba que é possível controlar essa doença!

Normalmente os plasmócitos na medula são em pequenos números (menos de 5% dos componentes do sangue). Eles são da família dos linfócitos que tem a função de produzir proteínas especiais, que são as imunoglobulinas. Nesta doença os plasmócitos se multiplicam de forma não controlada e passam a ocupar espaço dos demais componentes do sangue, fragilizando o sistema. Os sintomas clássicos são dores ósseas, infecções, anemias e problemas renais. No entanto, alguns tipos não produzem sintomas e nem requerem um tratamento efetivo, mas devem ser acompanhados pelo oncologista. São eles: gamopatia monoclonal de significado indeterminado (multiplicação considerada normal da proteína em pessoas acima de 70 anos) e mieloma assintomático (há a proteína em grande quantidade, entretanto ainda não há sinais clínicos).

No caso do Mieloma Múltiplo a multiplicação das proteínas é bastante significativa e junto aparecem os sintomas, mas seguindo o acompanhamento adequado, a doença ganha caráter de doença crônica, que pede atenção, mas com risco controlado.

O Mieloma Múltiplo atinge mais os homens do que as mulheres, mas a diferença entre ambos não é significativa. Ocorre mais frequentemente entre os 50 e os 70 anos, com um pico de incidência entre os 60 e os 65 anos. Apenas em 3% dos casos o doente tem idade inferior a 40 anos.

Podem existir alguns fatores genéticos para o aparecimento da doença e também é levada em consideração a exposição a alguns agentes ambientais, como substâncias tóxicas derivadas dos hidrocarbonetos (a partir dele é possível produzir uma variedade de produtos que se utiliza no dia-a-dia, como: Velas (parafina), Plásticos, Borracha, Gasolina). No entanto, não se sabe ao certo sua causa.

Quando se suspeita, mas quer se confirmar o diagnóstico, fazem-se análises do sangue e da urina para provar a existência do aumento das proteínas citadas acima. Deve ser feito um exame da medula óssea com mielograma, isto é, uma punção aspirativa da medula óssea e eventualmente biopsia óssea. É também necessário fazer várias radiografias dos ossos para excluir ou confirmar que existe doença óssea.

Depois de classificada a doença é necessário saber qual o seu estágio. Isto quer dizer que através dos exames efetuados se pode avaliar o grau de progressão da doença e a sobrevivência. Este estadiamento, para além do prognóstico, também ajuda o médico a tomar decisões terapêuticas.

Após o diagnóstico e estadiamento da doença, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento, que podem incluir quimioterapia, bisfosfonatos, radioterapia, cirurgia, terapia biológica, transplante de células tronco e plasmaferese.

É importante que todas as opções terapêuticas sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

Fontes de pesquisa: http://www.abrale.org.br  www.oncoguia.org.br




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