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O que é esclerodermia?

02/10/2015

Considerada rara, a esclerodermia atinge principalmente mulheres. Dados epidemiológicos mostram que a esclerodermia acomete entre 24 e 30 pessoas por milhão a cada ano.


Doença inflamatória crônica, tem como principais sintomas o fenômeno de Raynaud (dedos roxos e frios) e a pele endurecida, seca, mais espessa, brilhante e escura principalmente das mãos e face.


Outros sintomas comuns são a dificuldade para abrir a boca, dor nas articulações e ferida nas pontas dos dedos, em alguns casos acompanhados de coceira.


O diagnóstico é realizado por meio de exame clínico. Exames de sangue, endoscopia, tomografia ajudam a avaliar os órgãos internos.


A doença considerada reumatológica de causa desconhecida, não é contagiosa nem hereditária. Sabe-se que seus portadores produzem uma quantidade exagerada de colágeno, que gera o enrijecimento da pele e também pode afetar vasos sanguíneos e órgãos internos como o coração, os pulmões e os rins. Indícios de contribuição para as causas, porém sem confirmação, alertam para alguns fatores como temperatura baixa, estresse e toxinas resultantes de infecção por vírus e bactérias. Existem registros de alguns pacientes que desenvolveram a doença trabalhando com pó de sílica.


São conhecidos dois tipos de esclerodermia:


1) Localizada: Atinge principalmente crianças e afeta algumas partes do corpo. De acordo com o aspecto, é chamada de morféa (manchas) ou linear (em faixas). Raramente evolui para a esclerose sistêmica.


2) Sistêmica: Pode afetar todo o organismo. Acomete adultos, seus órgãos internos e vasos sanguíneos de pequeno calibre, que tendem a estreitar-se e chegam, em alguns casos, a ficar completamente obstruídos.


Para o tratamento é necessário o acompanhamento médico regular e os cuidados devem ser priorizados para cada órgão separadamente, como por exemplo:


Raynaud - Aquecer bem os dedos, usando luvas e meia.

Pele - Hidratação e medicamentos de uso tópico.

Pulmão - Medicação mensal na veia.

Esôfago - A alimentação deve ser feita em pequena quantidade, várias vezes ao dia para não encher muito o estômago e evitar comer antes de dormir. Os remédios são principalmente para ajudar na digestão.


A família precisa estar bem orientada, a informação é o primeiro passo para aprender a lidar com a doença e os preconceitos que possam vir com ela. Isso auxilia o tratamento juntamente com o apoio necessário ao paciente.




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