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Sinusite

20/07/2015

O inverno é a estação do ano em que problemas respiratórios são mais comuns, afetando uma entre sete pessoas. As variações de temperaturas, poluição e epidemias de vírus são os motivos que justificam esse aumento e a avaliação médica é necessária para a identificação do quadro e a indicação do tratamento correto.

Os mais comuns são gripes e resfriados, mas há outros problemas como rinites e sinusites que também trazem muito desconforto. Os resfriados provocam dor de garganta, nariz entupido e coriza, tendo um caráter mais inflamatório. Já sobre a gripe, o quadro é mais intenso, apresentando febre alta, dores no corpo, indisposição e obstrução nasal.  Nos dois casos, esses sintomas não ultrapassam 10 a 14 dias. Quando os sintomas permanecem por mais tempo, pode ser sinal de sinusite. Segundo estimativa da OMS, 75% das pessoas com gripes ou resfriados acabam tendo sinusite viral e 2% dos resfriados ou gripes evoluem para sinusite bacteriana.

A sinusite é a inflamação da mucosa que reveste os seios da face (cavidades paranasais localizadas dentro dos ossos). Essa mucosa funcionando normalmente secreta um muco que lubrifica as vias aéreas e elimina as impurezas que respiramos. No quadro da sinusite, esse muco é contaminado por vírus, bactérias ou fungos que se acumulam nestas cavidades da face. Assim, cria-se uma secreção que obstrui as vias aéreas dificultando a respiração. Os sintomas que surgem são: dor de cabeça que afeta os olhos e o nariz, sensação de peso ou pressão no rosto, secreção nasal de cor amarelada e espessa, dor de garganta, dificuldade para respirar pelo nariz, perda do olfato e do paladar, mau hálito e tosse que piora à noite.

A maioria dos casos é de sinusites virais com duração de 10 a 14 dias, quando são prescritas medicações para aliviar os sintomas. Se após esse período o quadro não melhorar e houver piora dos sintomas, como febre alta e dor facial, é diagnosticada a sinusite bacteriana aguda.

Há ainda os quadros de sinusite crônica, quando o período de sintomas é prolongado com duração de mais de 12 semanas, havendo aumento da secreção e/ou obstrução nasal, da dor ou pressão facial. Nesses casos, o diagnóstico é feito com exames complementares como tomografia computadorizada e ressonância magnética para avaliar a extensão da doença. A forma de tratá-la é a mesma da sinusite aguda, porém por um período maior. Há casos em que são indicados tratamentos cirúrgicos quando os tratamentos medicamentosos não tem resposta satisfatória.

Os cuidados para evitar a piora do quadro e ajudar na recuperação, além do que foi prescrito pelo médico, são:

- Beber muita água para manter uma boa hidratação;

- Medidas de higiene nasal, como lavar o nariz com soro fisiológico;

- Para os pacientes alérgicos, tratamento especializado;

- Evitar ambientes fechados e multidões;

- Evitar fumaça do cigarro, poeira e poluição.

Fonte: www.sborl.org.br; www.einstein.br; www.tuasaude.com



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