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Obesidade

25/06/2015

O número indicado na balança vai além da estética e pode apontar índices alarmantes. A obesidade é um problema de saúde mundial, no Brasil 17% dos habitantes são obesos e 50% da população apresenta sobrepeso.

A obesidade é fator de risco para uma série de doenças, como por exemplo, hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, apneia do sono e problemas na coluna. O excesso de peso também pode interferir nos fatores psicológicos, acarretando diminuição da autoestima, depressão, entre outras.

São diferentes os motivos que podem desencadear a obesidade infantil e adulta. A vida moderna, programada pela lei do menor esforço, resulta em má qualidade da alimentação e/ou consumo excessivo de alimentos. Controle remoto, vidro elétrico do carro, entre outras inovações trouxeram praticidade, mas também estimulam o sedentarismo.

As questões emocionais como estresse e depressão, hereditariedade e alterações hormonais também podem refletir no aumento do número de pessoas obesas em todas as faixas etárias. No entanto, pesquisas advertem que 30% dos fatores são de influência genética e 70% são resultado do ambiente de convívio do indivíduo. Já outros estudos sugerem que a obesidade não é genética e indicam que a explicação de familiares obesos seja o convívio e repetição de hábitos alimentares.

Hereditária ou não, a obesidade merece atenção especial, especialmente para seus efeitos na saúde geral do paciente.

Com iniciativas menores é possível reverter o quadro de alarme. Uma perda  inicial de 10% do peso corporal já é o suficiente para provocar alterações benéficas nos níveis de glicemia, colesterol, triglicerídeos e na pressão arterial da pessoa.

O acompanhamento nutricional com profissional capacitado e que resulte perda de peso regular, com mudanças no estilo de vida, é considerada a melhor forma de emagrecer com saúde por especialistas.

A perda de peso sempre estará na dependência de um balanço energético negativo, ou seja, consumir menos e gastar mais energia. Além disso, a obesidade é uma doença multifatorial e o controle dos fatores ambientais (mudanças de comportamento) é necessário para combater a doença.

Entre as diversas formas de tratamento, o indicado é balancear a alimentação com as quantidades adequadas e boa qualidade, atividade física regular e mudanças comportamentais, com orientação de profissionais.  
 
Fontes de pesquisa: www.abeso.org.br; www.endocrino.org.br




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