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Doença de Parkinson

08/04/2015

Você conhece os sintomas e tratamentos para o Parkinson?  

Doença neurológica crônica, degenerativa e progressiva que afeta os movimentos, o Parkison ocorre em virtude da falta ou diminuição de uma substância chamada Dopamina, responsável pelos movimentos voluntários automáticos (movimentos que não pensamos para realizar) e que é produzida por células (neurônios) do sistema nervoso central. Assim, diante da diminuição ou falta dessa substância e consequente evolução da doença, os movimentos se tornam difíceis de serem realizados.

Os sintomas mais comuns da doença são: rigidez muscular; lentidão dos movimentos e tremor em repouso. Há outros sintomas que acompanham o quadro como alteração do equilíbrio, diminuição da mobilidade e instabilidade na postura. O início destes sintomas pode ser lento e gradual e há outros sinais conhecidos como não motores, que podem aparecer como: diminuição do olfato, sintomas depressivos e de ansiedade, alterações do sono e da memória, dificuldade para engolir, aumento da saliva, dores, cansaço e perda de peso. A lentidão não se restringe ao movimento, ela também ocorre a nível mental, sendo observado, portanto, lentidão para pensar e dar respostas verbais.

No Brasil não há dados precisos sobre a prevalência da doença de Parkinson em virtude de poucas pesquisas estatísticas, mas sabe-se que é a doença neurológica mais comum no mundo com prevalência de 180 a 250 pessoas acometidas por 100.000 habitantes, acometendo homens e mulheres de qualquer raça. Geralmente os sintomas ocorrem após os 50 anos, podendo haver início precoce em algumas pessoas com menos de 40 anos. Segundo a Associação Brasil Parkinson, "um por cento das pessoas com mais de 65 anos tem a doença".

Para ser diagnosticada a doença, é utilizado o relato das queixas do paciente (história clínica) mais exames neurológicos que podem ser solicitados para efeito do diagnóstico diferencial, ou seja, alguns exames serão realizados Tomografia Computadorizada e Ressonância Nuclear Magnética de Encéfalo para descartar qualquer outra doença no cérebro que esteja provocando os sintomas relatados pelo doente. Não existem exames específicos capazes de fazer o diagnóstico.

Sobre tratamentos, deve-se, antes de tudo, ter ciência de que não há cura para o quadro. Os tratamentos existentes são para controlar os sintomas e retardar a doença, que melhoram de forma significativa a qualidade de vida da pessoa afetada, já que estimulam mantê-los funcionais por mais tempo. É importante lembrar que a doença ocorre em virtude da morte das células produtoras de dopamina e as células cerebrais, ao contrário de outras do corpo humano, não se renovam. Profissionais de Fisioterapia, Fonoaudiologia, Psicologia, Nutrição e Terapia Ocupacional fazem parte do processo de tratamento.

O tratamento é medicamentoso, dependendo da idade, do quadro clínico e quando a medicação não é mais eficaz indica-se o tratamento cirúrgico.

O acompanhamento multiprofissional e o comprimento das recomendações médicas darão condições ao paciente de retardar a progressão da doença e de mantê-lo por mais tempo realizando de forma autônoma ou menos dependente suas atividades diárias.

A progressão do quadro é lenta, variando de um paciente para outro. Os sintomas iniciais da doença são percebidos mais nitidamente pelos familiares. As atividades cotidianas como tomar banho, vestir-se, alimentar-se e escrever, por exemplo, exigem mais tempo para sua execução. Dessa forma, a participação da família tanto na fase diagnóstica, como no pós-diagnóstico, é importante, seja pela necessidade de apoio para se adaptar à nova realidade como também lidar com o agravamento do quadro ao longo do tempo onde a reorganização da rotina e divisão de responsabilidades serão necessárias entre os membros da família.

Fontes: www.vivabemcomparkinson.com.brwww.parkinson.org.brwww.postalsaude.com.br



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