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Doenças Respiratórias no Inverno

08/07/2014

No frio, a baixa umidade do ar, as mudanças bruscas de temperatura e o aumento da poluição do ar são os principais motivos de preocupação, especialmente para quem já tem doenças respiratórias crônicas, crianças e idosos. A época também provoca queda da imunidade o que predispõe às infecções respiratórias.

Vale enfatizar que as mudanças de hábito decorrentes do inverno favorecem os problemas respiratórios. Geralmente, no inverno, as pessoas bebem bem menos líquido, porque não sentem sede (já que transpiram menos), mas o organismo segue precisando da mesma quantidade de água. A hidratação é importante para manter as mucosas úmidas e auxiliar na barreira que elas criam contra os micro-organismos. Para ajudar nisso, vale também usar soro fisiológico nos olhos e no nariz.

Outro hábito nada saudável, é que as pessoas tendem a ficar dentro de casa se escondendo do frio com portas e janelas fechadas. Manter a casa e principalmente os quartos arejados e limpos auxilia na prevenção.

Prefira lavar as roupas nos dias de sol e não deixe as roupas úmidas porvários diasdentro da área de serviço. A roupa que demora para secar cria fungos que despertam a rinite, mesmo que eles não sejam visíveis a olho nu. As roupas que passaram o verão todo no armário, especialmente cobertas e peças pesadas, como as de lã, precisam passar, no mínimo, um dia no sol, antes de serem usadas. O ideal é lavá-las com água quente e algum produto antifúngico, secá-las ao sol e depois passá-las a ferro quente. Tudo isso garante a eliminação dos fungos e ácaros que despertam a rinite e a asma. Outro vilão da rinite é a poeira, por isso, tenha mais cuidado ainda com a limpeza da casa e, no dia da faxina, evite varrer, jáque este processo, levanta o pó. Prefira passar um pano úmido com detergentes específicos para essa finalidade.

Os responsáveis pelas infecções respiratórias agudas são os vírus (mais de 90% dos casos) e as bactérias. As reações alérgicas (rinite, por exemplo) são causadas, em sua grande maioria, pelos ácaros.

A gripe caracteriza-se por um quadro de infecção mais intenso. Pode apresentar febre alta, dores no corpo, dor de cabeça e calafrios. Os sintomas de coriza, tosse e faringite podem ficar em segundo plano frente às manifestações sistêmicas mais intensas. O resfriado tem os mesmos sintomas, mas aparecem de uma forma mais branda.As mãos são o principal veículo de transmissão da gripe, por isso, na hora de tossir ou espirrar, é recomendado usar lenços descartáveis e tampar a boca com o punho ou com o dorso das mãos.

A vacina da gripe disponível atualmente é preparada a partir de uma seleção de subtipos de vírus que estejam provocando surtos pelo mundo e possam representar perigo de disseminação no inverno seguinte. Se o indivíduo estiver com as defesas imunológicas adequadas, pode ter contato com o vírus da gripe e não desenvolver a doença. Mas, se surgir uma oportunidade, a influenza se instala nos pulmões e a pneumonia é o agravamento desse quadro.

No inverno, a automedicação é perigosa.Analgésicos, antialérgicos, descongestionantes, antitérmicos e até vitamina C não devem ser tomados sem prescrição médica, pois além do risco de efeitos colaterais, é possível o risco de alergia a algum componente ou ainda, que este remédio mascare algum sintoma que dificulte o diagnóstico real da doença.

O uso de antibióticos está contraindicado, a menos que haja alguma complicação bacteriana. Se no terceiro dia da doença, o quadro se mantiver ou agravar com persistência de febre, recusa de alimentação, cansaço para respirar, é importante consultar um pneumologista.

A boa lavagem das mãos é uma das mais importantes medidas de controle de infecção para evitar a propagação da gripe. Géis à base de álcool também matam o vírus da gripe. A maioria das pessoas não lavam as mãos tanto quanto necessário para evitar a propagação da infecção.

Fonte de pesquisa:www.saude.gov.br

 




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