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Câncer de Mama

08/01/2014

O câncer de mama apresenta incidência crescente e elevada taxa de mortalidade entre mulheres brasileiras, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágio avançado. É o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo, respondendo por 22% de novos casos a cada ano.

Toda mulher deve procurar o ginecologista uma vez por ano para fazer o exame clínico e obter orientações preventivas, porém, ao notar nódulos ou qualquer outra alteração nas mamas, a mulher deve procurar imediatamente o médico. A falta de informação leva a um atraso no diagnóstico, impossibilitando muitas vezes o tratamento adequado.

Sintomas

Alguns sinais e sintomas sugerem uma avaliação mais criteriosa com seu ginecologista ou um mastologista mesmo não havendo dor. Ele vai palpar as mamas, as axilas, a região do pescoço e clavículas e, se sentir um nódulo na mama pedirá uma mamografia. Veja alguns motivos para procurar seu médico o mais rápido possível:

- Nódulo (caroço) na mama ou embaixo do braço (nas axilas);

- Deformidade nas mamas;

- Assimetria entre as mamas;

- Retração na pele;

- Pele com aparência de casca de laranja;

- Líquido sanguinolento saindo pelo mamilo.

Diagnóstico

O autoexame das mamas, aquele realizado pela própria mulher em que ela avalia suas mamas através do toque não substitui o exames realizado por um profissional capacitado, mas é importante que também seja realizado, pois ajuda a mulher a conhecer o próprio corpo e estar atenta a qualquer alteração que venha a surgir.

Atualmente a mamografia é o melhor exame para o diagnóstico precoce do câncer de mama, sendo capaz de detectar um nódulo (menor que 1 cm) antes mesmo que ele se torne palpável. É um exame simples, em que consiste colocar a mama entre duas placas e emitir um RX. Se a mamografia mostrar uma lesão suspeita, o médico poderá solicitar uma ultrassonografia ou uma biópsia. Em caso de biópsia, o material é examinado por um patologista que definirá se esta lesão pode ser um câncer ou não.

A mamografia deve ser feita anualmente nas mulheres com 40 anos ou mais e nas mulheres entre 50 e 69 anos, pelo menos uma mamografia a cada dois anos.

O diagnóstico precoce é o grande aliado das mulheres, ou seja, quanto antes for descoberto, maior é a chance de cura.

Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer) a prevenção do Câncer de mama nem sempre é possível, porém deve-se atentar aos fatores de risco.

Fatores de risco

- Casos de câncer de mama na família (parentes consanguíneos);

- O câncer de mama está associado à idade, ou seja, quanto maior a idade, maior a chance de desenvolver a doença;

- Gestações após os 30 anos;

- Mulheres que não tiveram filhos;

- Mulheres que nunca amamentaram;

- Excesso de peso;

- Ingestão regular de álcool;

- Tabagismo;

- Menstruação precoce;

- Menopausa tardia;

- Consumo de alimentos ricos em gordura animal;

- Sedentarismo;

- Exposições a radiações ionizantes;

- Terapia de reposição hormonal.

Tratamento

Se um nódulo do seio é cancerígeno, o tratamento será definido pelo oncologista baseado no tipo, e no tamanho e na disseminação do mesmo para outras partes do corpo (metástases).

Há cirurgias que visam à remoção somente do tecido cancerígeno ou a remoção completa da mama (mastectomia). Deve-se discutir com o cirurgião a possibilidade de reconstrução da mama durante a mesma cirurgia para ressecção do tumor.

Outros tratamentos possíveis são a radioterapia e a quimioterapia, estes tratamentos podem ser usados isolados ou em combinação.       

Desinformação a respeito do Câncer de Mama pode comprometer o diagnóstico precoce e o tratamento. Tire suas dúvidas sobre o assunto com o seu ginecologista ou mastologista.

Fonte: INCA




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