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Excessos de fim de ano não comprometem a alimentação saudável

26/12/2013

 Iniciaram as confraternizações e as comemorações, organizam-se as casas para mantê-las iluminadas e enfeitadas com Papai Noel, árvore de natal e presépios. Vê-se também o coral de crianças cantando noite feliz e não importa se as crianças ainda acreditam em Papai Noel, a verdade é que o Natal continua fascinando o mundo inteiro. E é nessa época do ano é que as pessoas se perguntam como passar o final de ano com saúde e começar o ano com disposição.

Quem não cumpriu os planos do ano, tentará cumpri-los no próximo, pois o ser humano está sempre se renovando e buscando sua felicidade. A sociedade necessita de referências, tanto no tempo como no espaço e por isso existem as estações do ano, o começo de ano e o fim de ano, para que possamos ter novas oportunidades para sonhar e construir uma vida melhor, tendo novas chances a cada ano que se passa.

O final de ano é a época mais indicada para formular projetos, pensar nas condutas futuras, olhar para nós mesmos e desejar mudar para viver bem. Nessas datas comemorativas são as menos recomendadas para começar uma dieta ou qualquer prática que lembre controlar a alimentação, pois privar-se da mesa quando ela está mais farta, quando todos festejam o prazer de comer, é um sofrimento para qualquer indivíduo. Isso pode gerar tristeza, insatisfação com o corpo atual e tirar destas datas o prazer e alegria que proporcionam.

É natural que as "comilanças" de final de ano sejam uma ameaça à perda de peso, porém não é nessa época do ano que a preocupação com a alimentação deverá ser totalmente controlada, e sim nas semanas e meses seguintes. O mais importante é que a alimentação saudável predomine sobre as eventuais recaídas ao longo do ano.

Assim os excessos de fim de ano não comprometem a conduta da boa alimentação que as pessoas adotam ou que pretendem adotar. O organismo sabe compensar os descuidos ocasionais quando o cotidiano é mantido com alimentação balanceada. Por isso, não é necessário ser rigoroso demais diante da ceia de Natal e de Réveillon.

Não precisa enxergar na mesa cheia de alimentos calóricos e saborosos algo de perigoso. A relação com a comida deve ser a mais natural e agradável possível. Sofrimentos não fazem perder e/ou manter peso, apenas aumentam a insatisfação. Coma, sem culpa, mas sabendo que é necessário ter autocontrole e que a fartura de alimentos em ocasiões especiais faz parte da vida social das pessoas, mas que por outro lado, no dia-a-dia, uma alimentação balanceada deverá ser incluída em todo o percurso da vida.

Nunca é tarde para começar a cuidar da alimentação, retomar as atividades físicas e equilibrar o estado emocional. Quando se estabelece metas possíveis, mesmo que aparentemente mínimas, a satisfação em conseguir cumpri-las é impulsionada a estabelecer novos objetivos, até que se consiga atingir o ideal. Para aqueles que adotam ou pensam em adotar tais práticas, a ceia do Natal e as festas de Ano Novo não representam risco algum para o peso corporal e para sua saúde. A melhor receita no momento é comemorar e seguir o caminho da felicidade e do bem estar.

O que faz regredir a saúde física e emocional não é a semana entre Natal e Ano Novo e sim as semanas entre o Ano Novo e o Natal.




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