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Raiva Animal: vacinação e cuidados

19/09/2013

A raiva é uma doença infecciosa transmitida de animais para o homem (zoonose), causada por um vírus que compromete o Sistema Nervoso Central. É uma das doenças mais graves que se tem conhecimento por ter taxa de mortalidade de quase 100%. O nome da doença é justificado pela alteração de comportamento alterado, manifesto através da agressividade, pois o vírus afeta o sistema nervoso central, mas há outros sintomas provocados por ela. É interessante notar que, é essa agressividade que leva o animal a, muitas vezes, morder e arranhar pessoas e outros animais transmitindo a doença.

 

Todos os mamíferos são susceptíveis, destacando o cão e o gato, macaco, morcegos e humanos e a maneira mais comum de ser transmitido é por mordedura ou arranhadura.

A prevenção da raiva humana é direcionada para o tratamento profilático com a vacinação antirrábica toda vez que houver suspeita de exposição ao vírus, ou seja, toda vez que houver acidente (mordedura ou arranhadura) por estes animais, quando da dúvida da vacinação destes. Após início do quadro clínico no humano, não existe tratamento que forneça resultados satisfatórios.

 

O vírus da raiva tem atração pelo sistema nervoso central, alojando-se frequentemente no cérebro. A encefalite, inflamação do encéfalo, é o resultado final da instalação e multiplicação do vírus no sistema nervoso central. Os sintomas da raiva são todos decorrentes deste acometimento do cérebro:

 

- Confusão mental e desorientação;

- Agressividade;

- Alucinações;

- Paralisia motora;

- Espasmos musculares;

- Dificuldade de deglutir e salivação excessiva.

 

Tendo em vista que a raiva não tem cura, a melhor maneira de prevenção da doença é através da vacinação em massa de cães e gatos a partir de 3 meses de idade. A vacina não costuma causar reações adversas e não há contra indicações.

O estado de saúde do animal no momento da agressão é relevante, como por exemplo, avaliar se o animal está sadio ou apresenta sinais de raiva. A maneira como ocorreu o acidente pode fornecer informações do seu estado de saúde, como por exemplo, se na hora do acidente o animal reagiu em defesa própria a estímulos dolorosos ou a outras provocações, isso geralmente indica uma reação normal do animal. Enquanto que a reação espontânea de ataque sem causa aparente, pode indicar alteração do comportamento e sugere que o animal pode estar acometido de raiva. Vale salientar que o animal pode agredir de acordo com sua índole e adestramento.

 

Mesmo se o animal estiver sadio no momento do acidente é importante que seja mantido em observação por 10 dias. Nos cães e gatos o período de incubação da doença é variável, mas em geral é de 60 dias.

 

O mais importante é entender a gravidade da raiva. Não se deve nunca negligenciar uma mordida ou arranhadura por animais. Não se baseie apenas na aparência do animal para definir se este tem ou não raiva. Uma vez mordido, procure um posto de saúde para receber as orientações.

 

A campanha de vacinação contra raiva, iniciada no último dia 02/09 pela Secretaria de Saúde de São José do Rio Preto vai até o próximo dia 30/09 em 106 postos de vacinação. Para saber o local mais próximo, a população pode ligar no 0800-7705870. Agentes de saúde também estão distribuindo material educativo sobre raiva e os locais de vacinação nas casas.

 

 

Fonte de pesquisa: www.bvsms.saude.gov.br; www.riopreto.sp.gov.br/saude




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