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Incontinência Urinária

22/03/2013

No dia 14 de Março comemorou-se o Dia da Incontinência Urinária, com a intenção de conscientizar a população de que a doença não é uma consequência do envelhecimento natural, sendo necessária ajuda profissional para o tratamento adequado.

Incontinência urinária é a perda involuntária de urina, ou seja, antes que a pessoa perceba a urina já “escapou” na roupa. Apesar da maior prevalência entre os idosos, a incontinência urinária pode acometer jovens, adultos, idosos, homens, mulheres e até crianças. Atualmente, por conta do aumento da expectativa de vida, são cada vez mais comuns casos em pessoas em idade ativa.

As mulheres têm probabilidade duas vezes maior que os homens de apresentar esta condição, por conta da gravidez, do parto e de disfunções hormonais. Cerca de 40% das mulheres após a menopausa perdem urina de forma involuntária. Aproximadamente 8% dos homens que passam por alguma cirurgia da próstata também vivenciam um período de incontinência.

As causas da incontinência urinária são diversas, podendo ser fatores predisponentes:

·           Obesidade;

·           Ganho de peso excessivo durante a gestação;

·           Parto normal trabalhoso;

·           Alterações hormonais e envelhecimento;

·           Bexiga hiperativa, doenças que comprimem a bexiga ou comprometimento da musculatura do assoalho pélvico;

·           Lesões medulares ou doenças do Sistema Nervoso Central.

Este tipo de doença é ocasionado pela súbita contração do músculo da bexiga, do relaxamento dos músculos que rodeiam a uretra ou do enfraquecimento dos músculos pélvicos.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia, uma em cada 25 pessoas desenvolve incontinência urinária.

A perda de urina causa restrições sociais, sexuais, ocupacionais e domésticas. Os pacientes se isolam com medo de passar por situações constrangedoras em viagens, festas e até em atividades rotineiras e no trabalho. Esse isolamento pode resultar em depressão. Por isso, é muito importante ficar atento, uma vez que muitos pacientes escondem o problema da própria família e não procuram orientação médica.

Existem três tipos de incontinência:

1) Incontinência urinária de esforço – o sintoma inicial é a perda de urina quando a pessoa tosse, ri, faz exercício e movimenta-se;

2) Incontinência urinaria de urgência – mais grave do que a de esforço, caracteriza-se pela vontade súbita de urinar que ocorre em meio às atividades diárias e a pessoa perde urina antes de chegar ao banheiro;

3) Incontinência mista – associa os dois tipos de incontinência acima citados e o sintoma mais importante é a impossibilidade de controlar a perda de urina pela uretra.

Evitar a obesidade, o sedentarismo, controlar o ganho de peso durante a gestação, praticar exercícios para fortalecer o assoalho pélvico, são medidas que podem ser úteis na prevenção da incontinência urinária. Exemplo de exercícios para fortalecimento do assoalho pélvico: esvazie a bexiga e faça como se pudesse segurar a urina e ao mesmo tempo contraia os glúteos (bumbum), mantenha a contração deste músculo, por 10 segundos e depois relaxe. Estes devem ser repetidos de 3 a 10 vezes, em três sessões diárias.

Há diversas maneiras de tratar a incontinência urinária. Muitos casos são tratados com medicamentos, outros necessitam de fisioterapia específica ou cirurgia.

A incontinência urinária é um problema comum e o mais importante é procurar informações e tratamento com o urologista.

 

Fonte de pesquisa: Sociedade Brasileira de Urologia.




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