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Doenças Sexualmente Transmissíveis

18/02/2013

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são transmitidas por contato sexual sem o uso de preservativo através de uma pessoa que esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. Algumas doenças podem não apresentar sintomas, tanto no homem quanto na mulher, por isso, ressalta-se a importância de consultas periódicas ao ginecologista e/ou urologista. Essas doenças quando não diagnosticadas e tratadas a tempo podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte.

As mulheres são mais susceptíveis a infecção e desenvolvem complicações com maior frequência do que os homens, portanto a morbidade das DST é maior nas mulheres.

As doenças sexualmente transmissíveis persistem nas populações humanas caracterizadas por elevados índices de troca de parceiros sexuais, sendo mais frequentes entre:

·                    Homens do que entre mulheres;

·                    Homossexuais masculinos do que entre os heterossexuais;

·                    Pessoas atendidas em clínicas de DST do que entre a
população em geral;

·                    Adolescentes e adultos jovens do que entre os adultos mais velhos.

Existem várias doenças sexualmente transmissíveis que podem ser causadas por diferentes agentes e apresentar sintomas parecidos, como exemplo, Doença Inflamatória Pélvica (DIP), Herpes, Sífilis, Gonorreia, Infecção pelo Vírus T-linfotrópico humano (HTLV), Tricomoníase, HPV, Hepatite B, HIV/AIDS, entre outras.

O uso de preservativo em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal) é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão dessas doenças.

O tratamento das DST melhora a qualidade de vida do paciente e interrompe a cadeia de transmissão. É importante que faça o tratamento correto, da forma indicada pelo médico e fazer a reavaliação clínica e laboratorial após o término do tratamento. Algumas doenças podem persistir apesar da sensação de melhora relatada pelo paciente.

Os parceiros devem ser alertados sempre que uma DST é diagnosticada. É importante repassar a eles informações sobre as formas de contágio, o risco de infecção, a necessidade de atendimento médico e a importância de evitar contato sexual até que o parceiro seja tratado e orientado.

Não se envergonhe de conversar com o profissional de saúde e tirar todas as dúvidas sobre DST ou sintomas diferentes a que venha perceber. É seu direito e dever buscar esclarecimentos e informações para que não haja propagação desse tipo de doença.

 

Fonte de pesquisa: www.saude.sp.gov.br;  http://www.aids.gov.br.

 




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